20 agosto, 2008

Selo 3G !

Uma boa idéia para identificar os dispositivos preparados para a tecnologia 3G... (do site Covergência Digital)
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GSMA planeja selo mundial para notebooks com chips 3G
Ana Paula Lobo, do Rio de Janeiro

A GSM Association - entidade que reúne operadoras e fabricantes da tecnologia mundialmente - planeja, em 30 dias, revela o diretor da entidade, Ton Brand, que participou do GSMA Latinoamerica, evento realizado no Rio de Janeiro, finalizar o projeto GSMA/CIMBN - Identy for Mobile Broadband Notebooks), que tem como principal tópico, a definição de um selo mundial para os dispositivos móveis com chips 3G embutidos.

A proposta é que, a partir deste selo mundial, o usuário identifique os equipamentos certificados para o uso da Terceira Geração, especialmente, nas compras efetuadas no varejo. Na sua apresentação aos presentes ao evento do Rio de Janeiro - em sua maioria representantes de operadoras e fabricantes do setor móvel da América Latina - Brand foi taxativo: Embutir o chip 3G no notebook não significa que a adesão do usuário será automática. Hoje, destacou Brand, o consumidor identifica o modem USB como o serviço a ser contratado se o objetivo é ter acesso à Internet de banda larga móvel.

"A definição do modelo de negócio de venda do notebook com chip embarcado é necessário e urgente. O cliente precisa saber qual é o produto que tem ou não tem um chip 3G embutido de forma fácil, simples e objetiva nas lojas do varejo. Até porque para que o usuário faça essa aquisição, ele também terá que contratar o produto banda larga da operadora. Então, haverá um esforço maior de comercialização", destacou Brand.

Brand revelou que, em 2007, menos de 7% dos notebooks comercializados mundialmente possuiam um módulo 3G embutido. E desses, alerta o diretor da GSMA Association, apenas 15% foram ativados.

"Se não houver um processo de comunicação para simplificar o processo, não há como o consumidor identificar a vantagem. Esse é o grande desafio das operadoras e dos fabricantes dos equipamentos, e também nosso que queremos incrementar o uso da mobilidade rápida mundialmente", sustentou o executivo.

Brand, além de destacar a necessidade do selo mundial, também mandou um claro recado às operadoras: Não tentem criar equipamentos próprios se querem fomentar o chip 3G embutido. Para ele, a indústria de TI é baseada em escala e se houver exigências excessivas com relação às certificações, o produto tende a ficar caro e fora do alcance da maior parte da população mundial.

A jornalista viajou ao Rio de Janeiro a convite da Qualcomm do Brasil